Brasil

Sidônio como "bode expiatório"

Por Equipe de Redação do Contexto Político · 20 de outubro de 2026

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Sidônio Palmeira\Crédito de Nelson Almeida, AFP
Sidônio Palmeira\Crédito de Nelson Almeida, AFP

Hoje, 20, estávamos lendo mais uma análise sobre a estratégia de comunicação adotada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Evidentemente que há equívocos, mas eles não podem ser creditados completamente sob a responsabilidade de Sidônio Palmeira. Os equívocos na comunicação institucional é uma constante. Sidônio foi convidado ao Planalto exatamente para por alguma ordem ao caos. Ao longo do tempo, por um temperamento pessoal, que não comporta seguir conselhos, Lula derrapou na comunicação inúmeras vezes, exigindo da área de comunicação institucional um esforço sobrecomum para contornar os estragos. Sempre defendemos Sidônio Palmeira por aqui. É uma questão de justiça. Agora vem o debate da Band, onde, mais uma vez, o marqueteiro é responsabilizado pelos erros cometidos por Lula. Na realidade, o debate foi um desastre para ambos os candidatos. Como disse o experiente jornalista Fernando Mitre, o único momento em que se discutiu programa foi por provocação dos jornalistas da emissora. Lula contou com até mesmo com a ajuda de uma especialista em comunicação, que deveria ter orientado a ele sobre como se comportar quando o adversário se posicionasse com gestos fungando no seu cangote. Um dos assessores, durante um determinado momento, recomendou a Lula olhar para uma câmara errada. Ele ficou falando de costas. Foi Sidônio quem recomenou?

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